O jogo é uma forma de entretenimento — e só faz sentido enquanto for isso mesmo. Nesta página deixamos lembretes simples e os contactos de quem ajuda, caso precise.
Convém dizê-lo sem meias palavras. Um casino não é um plano de rendimento nem uma segunda fonte de salário. A casa está desenhada para, no longo prazo, ficar à frente. Encare cada sessão como quem paga por um bilhete de cinema: um custo de diversão, não um investimento.
Vale a pena parar e pensar se: joga mais do que planeou com frequência; pede emprestado ou mexe em dinheiro que faz falta; esconde o assunto de quem lhe é próximo; ou sente ansiedade quando não está a jogar. Reconhecer é o primeiro passo — e pedir ajuda não é fraqueza nenhuma.
As casas licenciadas pelo SRIJ disponibilizam limites de depósito, pausas temporárias e autoexclusão. Se sentir que precisa de travar, a autoexclusão bloqueia o acesso pelo período que escolher. Não hesite em usá-la — está lá precisamente para isso.
Se o jogo deixou de ser diversão, estes serviços podem apoiar, de forma confidencial: